Taxação de grandes fortunas, tarifa zero no transporte coletivo, fim do financiamento empresarial das campanhas políticas, ley de medios, distribuição de terras para a reforma agrária…
Vai a longe a lista de reivindicações cidadãs para 2015.
Gostaria, porém, de incluir – e sublinhar – uma: o direito ao mar.
Pra quem acompanha este Macuco há mais tempo, desculpa por repetir o tema.
Mas é que a cada verão que chega, a cada temporada de férias que se cumpre, a necessidade de defesa do pleito emerge.
É imprescindível – para a felicidade humana, para o bem-estar, para o bem entender a vida – conhecer o mar, poder pisar ao menos uma vez, durante esta existência, a areia duma praia.
Deveria ser, este, um direito constitucional.
Não sei como se viabilizaria o seu cumprimento; expressar esse direito na mãe das leis seria, todavia, um primeiro e importante passo.
É uma ideia bem parecida a uma da Cynara Menezes – aqui neste texto a Socialista Morena defende o direito ao veraneio, e as razões, as quais endosso ipsis litteris, sustentam a ideia do direito ao mar de que falo.
Não vou me alongar porque, como já disse, abordei o assunto em outras postagens.
São elas:
- Pelo direito ao mar na Constituição: a menina amazonense que se encantou com o oceano
- Promover o direito ao acesso ao mar, um dever de todos
Por Wagner de Alcântara Aragão, jornalista e professor (texto e fotos)
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| Postado de Santos